Uso adequado da linha de vida evita queda de quem atua em redes de distribuição elétrica

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O artigo contextualiza a Segurança do Trabalho em Altura durante a montagem da rede de distribuição aérea elétrica de baixa tensão nas vias públicas, que utilizam os postes de seção de Duplo T (DT), com o emprego do equipamento de proteção pessoal denominado linha de vida, ancorada no plano vertical ascendente ao solo, isto é, acesso por corda, bem como seus acessórios.

No setor energético elétrico, desde a geração, transmissão e distribuição da energia elétrica, há o perigo constante da eletricidade: choque elétrico, campo elétrico e eletromagnetismo. Todavia, mesmo em baixa voltagem, dependendo da amperagem, a corrente elétrica quando passa pelo corpo humano, apresenta ameaça à saúde e à integridade física do obreiro. O choque elétrico, portanto, é uma das ocorrências mais evidentes e danosas do ponto de vista direto, causado pela tensão dinâmica, tensão de toque, tensão estática e tensão de passe. E, por meio indireto, pode ocorrer em consequência dos riscos de queda, no transporte e com equipamento (trajeto veicular, carga na carroçaria de caminhões, guindauto com cesto aéreo, plataformas e escadas), por ataque de insetos (abelhas e maribondos), de animais peçonhentos (aranhas, escorpiões e serpentes) e domésticos (caninos), ocupacionais (previstos no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, cujos riscos físicos destacados são ruído, radiação solar e calor) e ergonômicos (posturas inadequadas, organizacionais, psicossociais e ambientais).

 

Fonte: Revista Proteção

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